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Capital Inicial e Jota Quest - Kartódromo de Praia Grande (13.01.18)

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Mês de janeiro, litoral sul de São Paulo De passagem pela Praia Grande tivemos a chance de conferir duas apresentações que merecem destaque nesse site. Shows decorrentes da programação de verão da Praia Grande e de seu respectivo aniversário, Jota Quest e Capital Inicial subiram ao palco do Kartódromo da cidade para shows completos, o que naturalmente levou uma grande multidão para conferir duas das maiores bandas brasileiras da atualidade.

O primeiro ponto positivo dessa história se deve ao preço dos ingressos. Cerca de 15 mil pessoas tiveram a chance de ver dois shows completos por R$ 30 (15 a meia), além de preços módicos para alimentação e bebidas. Contando com bandas locais para aquecer o público, o Jota Quest foi o primeiro a subir ao palco e despejar uma verdadeira avalanche de hits sobre o público.

Divulgando seu projeto acústico, o Jota Quest é algo meio “ame ou odeie”, mas mesmo não sendo o maior fã do formato acústico ou do próprio som da banda, é simplesmente impossível ignorar seu profissionalismo e qualidade. Com versões bem arranjadas de algumas de suas maiores baladas, Rogério Flausino comanda uma apresentação que impressiona pelo vigor. E não faltam hits para isso. Fácil, Dias Melhores, Amor Maior... todas estão lá... cantadas em uníssono pelo público. E é simplesmente ignorar o tamanho disso.

Ao longo de pouco mais de 1h30, o show completo, Rogério saiu do palco com o Jota Quest visivelmente emocionado com a relação do público. E falar isso não sendo o maior fã da banda é algo extremamente satisfatório.

Segunda banda da noite, o Capital Inicial dispensa apresentações. Depois de dois anos excursionando em formato acústico, com o seu Acústico em NY, Dinho Ouro Preto e sua banda finalmente voltaram às guitarras para uma apresentação vigorosa e digna da grandeza da banda.

Não há como negar a grandeza do Capital Inicial. Dono de um profissionalismo assustador, aproxima o “novo” Capital do “velho” Capital. E ignora o hiato entre seus hits, garantindo pequenas catarses que passam por velhos e novos clássicos, tudo isso graças ao vigor de seu vocalista, um expert na arte de entreter o público.

Existe uma sinceridade na performance de Dinho Ouro Preto que impressiona. Talvez por isso tenha se tornado tão caricato ao longo dos últimos anos. Entre faixas menos conhecidas do grande público como Todas as Noites, do seminal Eletricidade, e hits mais recentes tal qual Depois da Meia-noite, o vocalista se tornou o elo que junta Brasília ao resto do Brasil musicalmente até hoje. Mesmo sem Legião Urbana e tantas outras que se perderam ao longo da história, o vocalista ainda carrega consigo o DNA da época em que ainda assistia o Aborto Elétrico de seus hoje parceiros de banda.

E de lá vieram faixas como Fátima, que plugada se torna ainda mais impressionante. Veraneio Vascaína, Independência, Música Urbana e tantas outras também estiverem no repertório, que beirou 2 horas de duração. Ao sair do palco com Que País É Esse?, da Legião Urbana, o Capital mostrou que não é só uma banda necessária no rock. Mostrou que ainda é possível caminhar com entretenimento e engajamento andando lado a lado... assim como na década de 80.

A música passa por aqui.

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