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Samsung Blues Festival - HSBC Brasil (17.06.15)

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Seguramente um dos maiores festivais dedicados ao blues do país, o Best of Blues virou Samsung Blues Festival e chegou em 2015 em sua terceira edição. Com nova casa, o HSBC Brasil, o evento apostou menos na pluralidade de gêneros que marcou sua segunda edição e trouxe ao Brasil o passado e o futuro do blues, que teve na primeira noite o prodígio Quinn Sullivan a grande promessa, além, claro, do show de George Benson e da carismática e belíssima Tiffany Harp.

Depois de uma ótima apresentação de Tiffany Harp, que se prepara para lançar seu primeiro álbum com composições próprias, mas que já coleciona turnês pelo exterior e é hoje uma das principais gaitistas do país, era a vez da primeira atração internacional subir ao palco do HSBC Brasil.

Respeitando os horários e começando ainda antes das 21h, o prodígio Quinn Sullivan tinha para si a benção de Buddy Guy e de BB King para escrever seu primeiro capítulo em terras brasileiras.

Depois de realizar um pocket show em prol de uma instituição na cidade de São Paulo e mostrar carisma em diversas entrevistas, Quinn Sullivan precisava fazer com que público brasileiro o aceitasse de forma definitiva. E não precisou de mais que três músicas para justificar toda expectativa.

Com um repertório que passava por seus dois álbuns, Cyclone e Getting There, Quinn Sullivan parece esconder naquela imagem frágil de quem passou há pouco tempo pela adolescência uma experiência digna de uma lenda do blues.

Sem apostar nos covers, que acabaram fazendo com que ele fosse conhecido em diversas partes do mundo, cantou e tocou com facilidade, sem se esconder atrás de sua madura banda.

A reverência ao mentor Buddy Guy emocionou na longa Buddy’s Blues tanto quanto faixas de seu repertório próprio., principalmente na ótima She Gets Me e Got to Get Better in a Little While. Com solos bem desenhados milimetricamente, Sullivan parece não sentir a pressão de se apresentar ao lado de grandes nomes e encanta de forma significativa para sua idade.

O show com pouco mais de dez faixas acabou sendo realizado em exata 1h15, fazendo com que o jovem guitarrista deixasse o palco sem um bis. A noite ainda guardava a presença de George Benson, mas todos os detalhes sobre essa apresentação ficaram guardados para a segunda noite do evento.

A música passa por aqui.

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