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Ace of Base - Carioca Club/SP (29.11.11)

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Outrora considerado o “ABBA da década de 90”, o Ace of Base, quarteto formado em Gotemburgo, na Suécia, conseguiu estabelecer durante o início de sua carreira uma sequência de hits que o consolidou como um dos maiores nomes da música pop, principalmente pelo álbum Happy Nation (1993), que trouxe praticamente todos os hits do grupo e revitalizou a música eletrônica na época, que vivia uma crise devido à decadência da house music.

Já se passou mais de uma década e o Ace of Base continuou na ativa e ainda mostra a força de seus hits, que ao vivo ganharam em intensidade e empolgaram o diminuto público no Carioca Club nessa terça-feira (30). Formado atualmente por Jonas Berggren e Ulf Ekberg, além das vocalistas Clara Hagman e Julia Williamson, que substituem as vocalistas originais, Malin Berggren e Jenny Berggren, apresenta-se ao lado de um baterista e dois dançarinos, no melhor espírito “década de 90”.

Iniciando o show com The Sign e Life is a Flower, o Ace of Base deixou claro que sua apresentação seria um verdadeiro desfile de hits por todo seu auge, até o fim da década de 90. Com um som alto e uma performance empolgada, o que era um show se transformou em uma grande festa, até em virtude da proximidade do público, não poupando nenhum de seus clássicos, como Lucky Love, Happy Nation e Cruel Summer, tudo em uma sequência que, caso não enfrentasse a disputada concorrência de shows em São Paulo, poderia ter levado um público bem maior.

Com um set de pouco mais de uma hora, o Ace of Base ainda trouxe ao público músicas como Wheel of Fortune e All That She Wants, encerrando a primeira parte do show. Após breve pausa, o grupo realizou uma versão acústica de Don’t Turn Around, além de Blah, Blah, Blah on the Radio para, enfim, encerrar uma boa apresentação com a empolgante Beautiful Life.

No caso da apresentação do Ace of Base, e provavelmente de toda leva de shows desse último bimestre, o sucesso não pode ser medido simplesmente pela quantidade de público. Ficou claro que em um país como o Brasil, um ritmo tão frenético de apresentações acaba fazendo com que o público tenha que sacrificar algumas das opções. Com um show honesto e empolgante, o Ace of Base mostra que sua música ainda empolga, além de mostrar que possui um público fiel no país. É torcer para que em outra oportunidade o grupo não tenha que rivalizar com tantos festivais, shows inéditos e até o próprio fim de ano para realizar outra grande apresentação no país.

A música passa por aqui.

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