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Entrevista RED FANG

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Representante solitário do Stoner Rock dentro do line up do Maximus Festival, os americanos do Red Fang são seguramente uma das bandas do line up que mais vem se destacando dentro da ascensão do gênero nos últimos anos. Formado em Portland, o Red Fang já conta com público cativo no Brasil e vem ao país em turnê de divulgação de seu quarto trabalho, Only Ghosts, lançado em 2016.

Formada por Bryan Giles (guitarras/vocal) Aaron Beam (vocal/baixo) David Sullivan (guitarra) e John Sherman (bateria), o Red Fang já veio ao Brasil em 2012 e desde então vem sendo uma das bandas da cena alternativa mais esperadas pelo público brasileiro.

É diante desse cenário que o Red Fang se prepara para ensurdecer o público do festival com sua fusão de stoner rock, heavy metal e sludge metal que fizeram de sua música um passo a frente na evolução da música pesada mais recente.

O Passagem de Som conversou com Bryan Giles sobre a vinda ao Maximus Festival, o atual momento da banda e diversos outros assuntos em uma ótima entrevista.

A participação no Maximus Festival
Bryan Giles: Nós nos sentimos realmente lisonjeados pelo convite para o Maximus Festival e sempre nos surpreendemos quando temos a oportunidade de dividir o palco com grandes nomes do rock. Nós ainda nos vemos como uma banda de uma cidade pequena que está fazendo algo do jeito certo.

O retorno ao Brasil e o contato com a cultura brasileira
Bryan Giles: Estamos muito ansiosos por estarmos retornando ao Brasil! Nossa última passagem pelo país foi realmente empolgante para nós. Conhecemos muita gente divertida e interessante, além do fato do shows terem sido ótimos e com uma energia incrível!

A relevância do Red Fang no Stoner Rock
Bryan Giles: Eu gostaria muito de pensar que as pessoas podem extrair para si algo de relevante de nossa banda, mas é muito mais importante que elas sigam exclusivamente seus instintos e sejam felizes fazendo música.

A pior coisa que alguém pode fazer é seguir alguma tendência ou movimento porque eles estão sempre em constante evolução e se você faz isso passa a fazer algo sem a sua própria visão. Eu tenho pouco interesse naquilo que dizem sobre o formato do que fazemos. Entendo que todos nós precisamos lidar com isso, mas acho que na maioria dos casos é uma comunicação muito preguiçosa para o público.

A importância da tecnologia
Bryan Giles: A internet é uma ferramenta ótima para qualquer coisa e para a música isso não vira exceção. Eu amo que ela tenha tomado dado às bandas o controle de exposição longe das gravadoras e o quanto de retorno isso trouxe de volta para as pessoas. Se o mundo quiser ouvir algo, agora ele pode! Nossos videoclipes e mídias sociais são vitais para nossa existência e eu não tenho nenhum problema com isso.

Música e política
Bryan Giles: A música tem a capacidade de ser muitas coisas. O mundo está em constante mudança e temos que ser fieis ao que acreditamos sem ter influência de forças externas. Eu gosto de pensar que estamos criando algo que possa ajudar as pessoas a atravessarem momentos difíceis e que possa fazer com que se divirtam.

A cena de Portland hoje
Bryan Giles: Como eu havia dito antes, a internet deu a cada um de nós uma condição igual de expor o seu material, o verdadeiro mainstream somos nós que fazemos. Portland sempre foi um pólo cultural muito expressivo, mas a grande mídia sempre pareceu preocupada em abordar o mínimo dessas várias manifestações artísticas.

O adeus dos grandes ídolos
Bryan Giles: Eu lembro de ter visto Motorhead e Slayer pela primeira vez na vida em 1989. Aquele show mexeu demais comigo! Gostaria de ter visto David Bowie, mas isso nunca aconteceu. Quando os grandes ícones se vão eu gosto de pensar que alguém vai pegar a tocha e levar suas ideias para novos horizontes. A criatividade humana continuará enquanto continuarmos a existir.

Futuro
Bryan Giles: Estaremos em turnê durante a maior parte do ano. Novo disco, novas experiências!

A música passa por aqui.

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