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E Entrevistas

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Entrevista REEL BIG FISH

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Não dá pra separar Ska de Reel Big Fish. Uma das principais bandas da cena ska punk, a banda americana está de volta ao Brasil para apresentar seus clássicos e covers que já marcaram história no país em apresentações arrebatadoras.

Surgida na mesma época de nomes como No Doubt e Sublime,  o Reel Big Fish conquistou o sucesso no underground com o seu primeiro disco, Everything Sucks, e com o segundo trabalho, chamado Turn the Radio Off, onde alcançou o mainstream entrando na programação da MTV e o Top 100 da Billboard. Nos anos seguintes a banda sofreu várias alterações no seu lineup, porém nunca perdeu a energia do ska e da sua veia punk.

Antes do show que realizará nessa quinta-feira (18), no Cine Joia, o Passagem de Som conversou com o líder da banda, o sempre carismático Aaron Barrett, sobre a nova turnê do grupo pelo continente, o legado construído e diversos outros assuntos.

A paixão do público brasileiro pelo Reel Big Fish
Aaron Barrett: A primeira vez que nós tocamos no Brasil não tínhamos a menor ideia se alguém conhecia ou sabia algo da nossa banda. Nós ficamos muito surpresos com o público cantando tudo, dançando e fazendo tantas coisas loucas em nosso primeiro show no país! Estamos muito felizes por voltar novamente e esperamos realizar uma grande festa.

A volta dos EPs a relação com os fãs
Aaron Barrett: Para algumas bandas, em especial aquelas mais novas, eu sinto que os EPs podem ser um caminho a se dedicar, mas para uma banda como nós sinto que um EP pode não ter esse resultado, provavelmente sendo esquecido ou até ignorado porque os fãs podem achar que ele não é tão empolgante quanto um álbum cheio para se ouvir. O EP que lançamos, Happy Skaholidays, teve um boa aceitação porque foi a primeira coleção de canções de Natal que lançamos.

As mudanças no line up da banda e a volta de bandas da década de 90
Aaron Barrett: Ao longo dos últimos anos nós definitivamente mudamos muitos membros do Reel Big Fish, mas eu sempre escrevi as canções e mantive as coisas acontecendo. Desde que começamos nós tivemos diversos músicos de muito talento, mas eles não estavam disponíveis para tocar comigo todo o tempo.

Felizmente o Reel Big Fish e a cena underground de ska se mantém fortes e nós estamos em turnê constantemente ao redor do mundo. Agora estamos vendo renascer uma nostalgia com as bandas da década de 90 e as pessoas estão querendo ver as bandas dessa época, o que também nos ajuda bastante.

A América do Sul e o legado do Reel Big Fish
Aaron Barrett: Tudo o que vejo na cena latina de ska é simplesmente maravilhoso, assim como ao redor do mundo onde isso se mantém forte e segue sendo cada vez maior. Nós sempre se sentiremos muito agradecidos por fazer parte dessa cena e ter uma influência sobre novos nomes.

O Ska e a internet
Aaron Barrett: A internet definitivamente nos ajudou a levar nossa música para mais pessoas, nossa gravadora não lançou nenhum disco nosso na Europa antes dos anos 2000, mas nós agradecemos à internet por nos possibilitar levar nossa música e nos fazer conhecer muitos fãs nesses lugares porque tiveram acesso a ela digitalmente.

Para se ter ideia, mesmo sem o disco físico nós tocamos no Reino Unido e na Europa durante seis semanas naquela época com ingressos esgotados. E isso é só foi apenas no início da internet. Acho que mídias sociais como o Facebook e o Twitter podem realmente ajudar a nos aproximarmos dos fãs da banda em todo o mundo com novos álbuns e novos shows. E estamos firmes e fortes sem nossa gravadora há dez anos!

O que pensam os autores dos covers do Reel Big Fish?
Aaron Barrett: Eu sei que quando os integrantes do a-ha ouviram Take On Me eles realmente gostaram dela. Não sei muito bem o que os outros pensaram, não são exatamente covers, são nossas versões, mas sempre estou interessado em saber o que eles pensam delas!

A música passa por aqui.

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